Ação do Governo do Estado na limpeza das barragens é destacada pela secretaria municipal da Agricultura de Aquidabã

Foram concluídos serviços de limpeza e ampliação em 18 reservatórios, sendo quatro de médio porte, auxiliando diretamente o município

Mais uma vez a Companhia de Desenvolvimento Regional de Sergipe (Coderse) marcou presença no ‘Sergipe é aqui’, desta vez na 52ª edição, em Aquidabã, levando serviços de desenvolvimento de recursos hídricos para a população do campo. Ao mesmo tempo, a Companhia expôs seu trabalho realizado na região de seminário do estado via maquete de um sistema de abastecimento do Água Doce, programa federal executado em Sergipe pela Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural (Seagri).

Em Aquidabã, a Seagri e a Coderse, em parceria com a Prefeitura Municipal, estão executando os serviços de abertura, limpeza e recuperação de barragens de terra, para acúmulo de água das chuvas para dessedentação do rebanho no município. Máquinas e operadores estão atualmente trabalhando no município e já foram concluídos 18 reservatórios – sendo quatro de médio porte – nos povoados Mucambo, Arranhento, Assentamento João Félix, Lagoa do Segredo, Saco de Areia, Segredo e sede municipal.

“Em todo estado, neste ano e em serviços executados pela Coderse, foram preparadas para o período de estiagem 326 aguadas, sendo 16 delas de médio porte. Além de Aquidabã, também foram atendidos os municípios de Canindé de São Francisco, Feira Nova, Gararu, Itabi e Poço Redondo. O foco principal é o aumento da capacidade de armazenamento de água das chuvas para dar de beber ao gado no sertão”, enumerou o diretor de Infraestrutura Hídrica da Coderse, Ernan Sena. Ele informou ainda que, de 2023 para cá, já são 1.079 ações nessas barragens de terra.

A secretária Municipal de Agricultura de Aquidabã, Maria Gressi de Santana Silveira, informou que com os trabalhos desta semana, já foram atendidos oito povoados do município. Segundo ela, algumas barragens tinham mais de 40 anos sem limpeza.

“Nós, graças a Deus, através do nosso Governo do Estado, da parceria com a prefeitura e a Coderse, estamos conseguindo realizar esse programa de limpeza dos açudes comunitários, que foi recebido com muita esperança. O atendimento da Coderse é nota mil, temos um diálogo muito aberto. A gente só tem que agradecer”, avaliou Gressi.

A secretária também destacou a necessidade que Aquidabã tem pelos serviços. “Somos atingidos por vários períodos de seca, e várias comunidades sofrem com a escassez da água para o consumo animal e produção de alimentos”, ressaltou.

Crédito rural movimenta R$ 1,5 milhão no perímetro irrigado Califórnia

Técnicos da Companhia de Desenvolvimento Regional de Sergipe atuam na formalização de produtores e na elaboração de propostas para que agricultores tenham acesso a crédito para investimento ou custeio de empreendimentos

Agricultores do município de Canindé de São Francisco têm recebido assistência técnica do Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento Regional de Sergipe (Coderse) – empresa vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri) – para elaboração de projetos e obtenção de crédito rural, junto ao Banco do Nordeste (BNB). Orientados por técnicos da companhia, que atuam na formalização dos produtores e na elaboração das propostas, os agricultores do perímetro irrigado Califórnia obtêm crédito para investimento ou custeio de empreendimentos, inclusive a compra de veículos para o escoamento da produção. O montante financiado pelos irrigantes até o momento chega a R$ 1,5 milhão só neste perímetro do sertão, com a realização de 54 projetos.

Conforme observa o técnico agrícola da Coderse, Luiz Roberto Vieira, a implantação do Pronaf B, no Califórnia, foi importante para resolver um problema latente no perímetro: a descapitalização da maioria dos pequenos agricultores. “Aqui, os grupos B e Variável, do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), foram determinantes e se encaixaram perfeitamente à necessidade dos agricultores. Hoje, eu posso dizer que é uma realidade, pois já temos 54 projetos aqui, sendo 39 aprovados e 15 em apreciação, pela equipe do agente financeiro”, disse ao destacar que o Pronaf serve para tudo no campo e, além da assistência técnica, também a água fornecida pelo governo é de suma importância para a produção agrícola.

Orlando Moura é produtor rural do perímetro e optou por um sistema de irrigação de microaspersão, para sua lavoura. Para isso, contratou um financiamento de R$ 12 mil e investiu na compra de microaspersores em 1,65 hectares. Já o filho construiu um curral, com outro financiamento em nome dele, dentro da mesma unidade produtiva familiar. “Esse projeto foi muito bom, economizou tanto no serviço, como na quantidade de água. Antes eu me aperreava para molhar uma área pequena, agora, estou despreocupado. Eu investi todo o montante na irrigação e não me arrependo”, afirmou.

Também para o produtor rural Glicério Caetano, obter o financiamento foi muito importante. “A gente aqui costuma trabalhar com o próprio recurso, que é muito pouco. Então, quando o Banco do Nordeste fez esse financiamento para a gente, foi, como diz o ditado: uma mão na roda, e todo mundo ficou satisfeito. No meu caso mesmo, plantei 200 mudas de goiaba. Se fosse para eu fazer com recursos próprios, até conseguiria, mas teria que ir arrastando um pouquinho, então isso me aliviou muito”, enfatizou.

Linha de crédito

O Pronaf B tem taxas de juros bem acessíveis e prazo para pagamento a depender da atividade, que pode ser de até três anos, com parcelas semestrais ou anuais para quitar o financiamento. O empréstimo pode ser renovado e, a depender do perfil do agricultor familiar, o financiamento tem juros subsidiados. “A Coderse identifica os irrigantes habilitados e com interesse no financiamento, que são assessorados quanto a documentação necessária para formalizar os projetos”, explica Luiz Roberto, da Coderse.

Sergipe produz repolho irrigado do centro-sul ao alto sertão

Vegetal tem boa demanda de mercado e funciona como opção de rotação de cultura que ajuda na saúde do solo
Em Canindé, produtor irrigante está obtendo sucesso ao produzir repolho na irrigação fornecida pelo Governo do Estado // Foto: Fernando Augusto (Ascom Coderse)

Aliados ao uso de tecnologia de irrigação e assistência técnica, agricultores de Canindé de São Francisco, no alto sertão sergipano, estão conseguindo produzir repolho no clima semiárido. A hortaliça se desenvolve melhor no clima frio e já chamava atenção quando era plantada, há alguns anos, na irrigação pública do centro-sul e no agreste do estado, onde o clima é mais úmido. São produtores de repolho atendidos pelo Governo do Estado em perímetros irrigados que produziram quase 74 toneladas, em 2024.

Em 2025, no perímetro Califórnia, administrado pela Companhia de Desenvolvimento Regional de Sergipe (Coderse), em Canindé, o repolho foi plantado em abril e dependia unicamente da irrigação. Perto de sua colheita, no fim de junho, já era influenciado pela diminuição da temperatura do período chuvoso. Já no perímetro Piauí, em Lagarto, neste ano, a safra do repolho começou ainda mais cedo, com o plantio em março, para ser colhido em maio e com um aproveitamento ainda menor do período de frio, em Sergipe. 

Segundo o gerente do Piauí, Gildo Almeida, mesmo em dias de chuva, as bombas do perímetro irrigado voltam à funcionar em casos especiais, como o do repolho. “A gente fica atento, para oferecer a irrigação através da Coderse e dar o suporte que eles precisam, como parte do acompanhamento técnico. Pela estação meteorológica, lá no perímetro, sabemos, todos os dias, quantos milímetros choveu. Se for pouco e como o repolho requer mais água, a gente sempre fica em comunicação com o produtor e faz, da melhor forma, um abastecimento de água extra”, explica.

Califórnia, Piauí e Jacarecica I, em Itabaiana, no agreste sergipano, foram os três perímetros irrigados estaduais que produziram quase 74 toneladas de repolho, durante o ano de 2024. Eles fazem parte do conjunto de sete unidades em que a Coderse – vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri) – incentiva a agricultura irrigada no estado, oferecendo infraestrutura de armazenamento e distribuição de água bruta. 

Para o diretor de Irrigação da Coderse, Júlio Leite, o repolho é mais uma opção de produto da irrigação pública no mercado, para o produtor não ficar atrelado à insegurança da monocultura.  “O produtor tem mais segurança financeira, se sua renda vier da produção e comercialização de uma diversidade de produtos. Se ele oferecer só um produto, ele assume o risco de uma queda no valor de mercado e pode até ter prejuízo. Por isso a Coderse sugere variar a produção, com assistência técnica, estudo de mercado e principalmente, a água, para irrigar o ano todo”, analisa.

Manejo e comercialização
O produtor Genilson Cardoso, conhecido como Genilson do Quiabo, investe, pelo segundo ano, com sucesso, na produção de repolho, em Canindé, por ser uma planta de ciclo rápido para a rotação de culturas agrícolas. “Tem que mudar de cultura e eu optei pelo repolho, que, em 90 dias, já colhemos e plantamos outra cultura porque, se plantar só o repolho, a terra vai ficando fraca. Aqui eu já plantei tomate, milho, quiabo e agora repolho”, conta o irrigante do Perímetro Califórnia.

Genilson conta que não teve dificuldade com pragas e doenças no repolho, cultivado em Canindé. A comercialização da safra de 2025, com quase um hectare plantado, já estava negociada antes da colheita e desta vez atendeu a demanda do próprio estado. “Essa aqui vai para Itabaiana, mas eu já mandei para Recife, Caruaru, Salvador, Maceió e Aracaju. Foram dois caminhões de repolho”, destaca.

O produtor irrigante aconselha aos outros produtores rurais o plantio do repolho. “Se você quiser plantar, é uma cultura fácil de vender. Eu gosto de plantar, todo ano eu planto, mas tem que plantar no tempo frio porque, no verão, é difícil de tirar ele. No tempo de inverno é bom, ele não adoece muito”, aconselha.

Assistência técnica e irrigação
Mesmo experiente para plantar, Genilson do Quiabo tem o auxílio dos técnicos agrícolas da Coderse. “Eles sempre dão uma dica. A gente vai na prática e vai pedindo para eles, como é que a gente vai fazer para sair melhor. Nós não estudamos para isso, só sabemos mexer com a terra. Mas a importância da irrigação é tudo, a gente sobrevive dessa irrigação. Se não tiver irrigação aqui, o ‘cabra’ não tem emprego. Quem é agricultor tem que ter irrigação, para manter a família e manter os trabalhadores, também. Todo o tempo a gente tem roça aqui. É tirando uma roça e já plantando outra”, completa.

Clima junino aquece as vendas na Central de Abastecimento de Sergipe na véspera de São João

Principal estrela das festas juninas, o milho verde tem gerado boas expectativas entre os comerciantes e consumidores; a previsão é de aumento de 50% na produção em 2025

O clima junino impulsiona as vendas na Central de Abastecimento de Sergipe (Ceasa), em Aracaju. Nesta segunda-feira, 23, véspera de São João, o movimento começou cedo, com barracas lotadas de espigas de milho e clientes circulando com sacolas cheias. Administrada pelo Governo de Sergipe, a Ceasa é protagonista na economia e na cultura do estado neste período, que aquece a cadeia produtiva e mantém vivas as tradições nordestinas.

Principal estrela das festas juninas, o milho verde tem gerado boas expectativas. Quem vive da venda desse tipo de produto comemora o bom momento, como Sérgio Sampaio Souza, conhecido como ‘Borracha’. O comerciante trouxe o produto diretamente do município de Aquidabã e falou com otimismo sobre a expectativa da venda do produto no período.  “Está vendendo bem, graças a Deus. A Ceasa está abastecida, está saindo e chegando mais milho. Não vai faltar para ninguém. Dá pra tirar um trocadinho e garantir o sustento”, revela.

Na banca de dona Maria Aparecida de São José de Oliveira, que vende há cerca de dois anos na Ceasa, o movimento surpreendeu positivamente. “Hoje e ontem foram os melhores dias de venda do mês, está saindo muito milho. O meu vem de Itabaiana, mas chega de todo canto. Tem milho para todo mundo. Está de trinta, quarenta, cinquenta reais, a depender. Tem gente que não pode comprar uma mão por cinquenta, mas quem procura acha mais em conta”, frisa.

Por conta do feriado, a Ceasa tem horário de funcionamento alterado. Nesta segunda, o espaço tem funcionamento até às 17h. Já nesta terça-feira, 24, Dia de São João, a Central funcionará das 3h às 13h. 

Consumidores satisfeitos

Entre os compradores, o servidor público José Paixão, morador de Nossa Senhora do Socorro, veio em busca dos ingredientes para uma noite junina em família. “Comprei milho, coco e outros derivados. Vim aqui por ser mais prático e ter variedade. O São João é nossa identidade, então não pode faltar”, expõe. 

Para Marizete Santos Nascimento, que costuma visitar o Ceasa apenas uma vez por ano, o milho também é essencial. “Esse ano eu não plantei, então, vim comprar. A mão está quarenta reais, mas vale a pena. Vou fazer canjica, cozinhar, fazer de tudo. Moro com meus netos e, graças a Deus, ainda mantenho essa tradição de acender fogueira e celebrar São João”, conta. 

Além do milho, o Ceasa oferece uma diversidade de produtos típicos da época, como macaxeira, amendoim, coco seco e laranja. Débora dos Santos de Jesus, que trabalha com comidas típicas o ano inteiro, destaca o aumento da procura neste período. “A demanda está grande, principalmente por canjica, pamonha, bolo, sarolho, pé-de-moleque. Os preços estão razoáveis, mesmo assim, aqui ainda é o melhor lugar para encontrar tudo isso junto”, destaca. 

Demanda atendida 

Grande parte dos vendedores do produto na Ceasa é oriunda do povoado Colônia 13, em Lagarto, e o milho comercializado vem do Perímetro Irrigado Piauí, gerido pela Companhia de Desenvolvimento Regional de Sergipe (Coderse). Segundo o órgão, há uma expectativa de aumento de 50% na produção, em 2025, em relação ao ano anterior. A previsão para o período junino deste ano é de 4.591.300 espigas, cultivadas em uma área estimada de 157,2 hectares, com uma produção total de cerca de 1.955 toneladas.  

De acordo com o diretor-presidente da Coderse, Paulo Sobral, o planejamento estratégico do Governo do Estado tem sido essencial para garantir a oferta do produto mais procurado do mês junino. “A oferta de milho verde está sendo suficiente para atender a demanda no Ceasa Aracaju, o principal ponto de concentração da produção estadual no mês junino. Nos perímetros irrigados, mantidos pelo Governo do Estado, já prevíamos um aumento de 50% na produção e isso contribuiu positivamente para a oferta do milho verde para Sergipe e até outros estados”, destaca.

Conforme Paulo, há, ainda, outros incentivos, como o Programa Sementes de Futuro, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri). “Foram investidos R$ 7,5 milhões para doar 527 toneladas de sementes de milho à agricultura familiar, entre 2023 a 2025. E o Governo do Estado reduziu a alíquota do ICMS de 12% para 2% na venda do milho em grão. Como resultado e antes de garantir o milho destas festas juninas, o agricultor sergipano alcançou a maior produtividade em quilos por hectare na produção nacional de grãos de 2024, quando também foi registrada uma safra recorde de mais de 1 milhão de toneladas de milho em Sergipe”, afirma. 

Governo do Estado prepara barragens de pequenos produtores para acumular água das chuvas 

Iniciativa da Seagri e Coderse continuam trabalho iniciado em 2023, quando 753 pequenas e médias barragens foram recuperadas
Obras em barragens de médio porte estão aumentando a capacidade de acúmulo da água das chuvas em Poço Redondo / Foto: Fernando Augusto/Ascom Coderse

Desde 2023, o Governo do Estado preparou 1.004 pequenas e médias barragens de terra para acumular água das chuvas no sertão de Sergipe. Agricultores familiares receberam máquinas para a limpeza dos sedimentos, reformas das estruturas e até a criação de novos reservatórios, em suas unidades produtivas. A ação atende municípios atingidos pela estiagem, criando reservas que servem em especial à dessedentação de rebanhos.

A partir da cooperação técnica entre a Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri) e a sua vinculada, Companhia de Desenvolvimento Regional de Sergipe (Coderse), estão sendo investidos R$ 5 milhões em 2025. Atualmente a recuperação e construção ocorre nos municípios de Aquidabã, Canindé de São Francisco, Gararu, Feira Nova, Itabi e Poço Redondo, contabilizando 251 barragens prontas neste ano.

Em 2025, foi a primeira vez que o jovem produtor rural Natanael dos Santos recebeu o benefício da recuperação de barragens em seu terreno, no Assentamento Pioneira, e está aprovando o serviço feito pelas máquinas. “Como aqui é um lugar semiárido, sempre acontece de chover pouco. Mas com as barragens preparadas e limpas, junta-se água para passar dois ou três anos, o gado vai se alimentando bem e com o milho dá para fazer a silagem”, destacou o pequeno agropecuarista.

Também no Assentamento Pioneira, Maria Lúcia dos Santos, que trabalha no lote dos pais, assentados há 20 anos, disse que a recuperação ajuda muito. “Nosso sofrimento aqui é por conta da água, a seca é muito grande. Então, tendo a nossa própria barragem, ajuda, porque quando chove junta nossa água e aí a gente já não compra. Já serve para os animais beberem. Só temos a agradecer, e que venham mais projetos”, comemorou.

De acordo com o secretário de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca, Zeca da Silva, esse é um trabalho essencial, que tem sido tratado como prioridade pelo governador Fábio Mitidieri. “Desde o início da gestão, temos atuado com firmeza para garantir que o homem e a mulher do campo tenham condições de enfrentar a estiagem com mais segurança. Ao recuperar essas barragens, estamos não apenas garantindo água para os rebanhos, mas fortalecendo a permanência das famílias no campo e levando dignidade para as comunidades rurais do nosso estado”, pontuou.

O diretor-presidente da Coderse, Paulo Sobral, detalhou a evolução deste processo. “Só de aguadas de médio porte e comunitárias, foram recuperadas 46 barragens que dão suporte à pecuária de leite, principal atividade econômica do sertão. Essa é uma iniciativa temporária, que se junta à Caravana da Água, também do Governo do Estado, até que os projetos com solução definitiva virem realidade”, disse Paulo, ao destacar o projeto da Adutora do Leite, que está prestes a iniciar a sua construção.

Médias barragens
Também neste ano, 21 barragens recuperadas são de médio porte. Nestas, o produtor é atendido sob a condição de aceitar, em documento, o compartilhamento da água com os vizinhos. Um deles é o produtor Pedro Soares dos Santos, que trabalha com a criação de gado e agricultura em Poço Redondo, há 10 anos. Ele agradeceu ao Governo do Estado por recuperar sua barragem média, prevendo chuva para a sua barragem acumular água.

“O povo aqui sofre muito por falta de água, e trouxeram essa barragem para ajudar, tiraram a lama e recuperaram. A maior parte da água é para o rebanho e para a comunidade. O custo para trazer um caminhão de água aqui é de R$ 300, mas se Deus quiser, agora virá chuva para acumular muita água”, enfatizou Pedro.

Ação da chuva
A Coderse tem a função de projetar, licitar empresas de engenharia, fiscalizar o andamento das obras e gerenciar o cumprimento dos contratos. “O programa é feito para atender barragens de múltiplos usos, de produtores, na condição de agricultor familiar e que possuam até 20 cabeças de gado. É importante frisar que a ação da chuva, mesmo que faça a recarga da barragem, também estraga os taludes, os vertedouros ou arrasta sedimentos para o leito, assoreando o reservatório. Com o tempo, eles perdem a capacidade de acumular água e precisam dessa recuperação periódica”, pontuou o diretor de Infraestrutura Hídrica da Coderse, Ernan Sena.  

Manoel Alexandre da Silva é um pequeno pecuarista do povoado Cajueiro, em Poço Redondo. A água a ser acumulada pela sua barragem média servirá para as vacas de leite que cria. “Vai ajudar. Tem que agradecer primeiramente a Deus por mandar chuva, que vai amenizar, porque hoje eu estou comprando a água. Tendo água na barragem já ajuda. O serviço está bom, graças a Deus”, afirmou.

Agricultura

Irrigação pública estadual incentiva geração de renda nos programas de aquisição de alimentos

Em 2025 a Coderse assessorou seis propostas ao PAA em perímetros irrigados estaduais e cinco estão entre os 10 melhores ranqueados pela Conab
Ozéias Bezerra está entregando tomates para o PNAE e aguarda autorização da Conab para entregar este e outros produtos ao PAA // Foto: Fernando Augusto (Ascom Coderse)

Incentivo à agricultura familiar e segurança alimentar, os programas de compra institucional de alimentos têm campo fértil nos perímetros irrigados estaduais. Em 2025, irrigantes de Canindé de São Francisco, no alto sertão sergipano, estão entregando hortaliças para a merenda escolar. Eles também conquistaram o primeiro lugar no ranqueamento das propostas sergipanas ao Programa de Aquisição de Alimentos, da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), na modalidade ‘compra com doação simultânea’.

Ao todo, foram selecionadas seis propostas ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) de agricultores assistidos pela Companhia de Desenvolvimento Regional de Sergipe (Coderse), vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri). Cinco desses projetos estão entre os dez mais bem ranqueados pela Conab. São 148 irrigantes que propõem entregar, durante um ano, 382 toneladas de alimentos para benefício de 21.500 pessoas em situação de insegurança alimentar.

Com as seis propostas sendo efetivadas pelo Governo Federal, os agricultores assistidos pela Coderse com irrigação, assistência técnica agrícola e assessoria na formação de documentos e elaboração das propostas vão receber, ao todo, R$ 2.219.359,00 de remuneração, pelo cultivo desses alimentos. Iniciados os pagamentos, os técnicos da companhia estadual voltam a atuar no apoio ao controle das entregas e na prestação de contas à Conab.

Pela Associação dos Agricultores de Canindé de São Francisco (ASSAI) –  instituição melhor ranqueada no grupo da ampla concorrência do PAA em Sergipe – o irrigante Ozéias Beserra aguarda o sinal verde para começar a entregar os tomates, pimentões, abóboras e abobrinhas que ele já está cultivando no Perímetro Irrigado Califórnia. “A expectativa está sendo enorme. Já estamos nos preparativos de produção e plantio, só aguardando o recurso [federal] chegar para a gente começar as atividades.  A gente já está com a semente, esperando para plantar o repolho também”, afirma.

Diretor de Irrigação da Coderse, Júlio Leite informa que outras três associações do perímetro irrigado de Lagarto, uma do perímetro de Itabaiana e uma cooperativa de irrigantes de Malhador, são assistidas pela empresa pública e estão ranqueadas para, também, participar do PAA da Conab em 2025. “Desde 2008, a Coderse apoia seus irrigantes a participar do PAA e nesse tempo eles entregaram quatro mil toneladas de produtos da irrigação, para pessoas em insegurança alimentar em Sergipe. É uma forma de escoar a produção por um preço justo, fixo e por um período programado. O irrigante consegue fazer o uso integral de sua propriedade e gera uma renda melhor do que fosse colocar os produtos direto no mercado”, pontua.

Merenda escolar 
Por meio da Cooperativa de Fomento Rural e Comercialização do Perímetro Irrigado Califórnia (Coofrucal), Ozéias Beserra já está entregando os tomates que ele cultiva para a merenda das redes estadual e municipal de ensino, via Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). “A gente plantou tomate há alguns anos atrás. Agora, estamos retornando, por conta da chamada pública, com o município e com o Estado. A importância da assistência técnica da Coderse é boa porque nos orienta, ajuda a gente a trabalhar com tomate, ajuda no controle de doenças e de pragas, a gente tem uma experiência muito boa. Também ela nos fornece a água de inverno a verão, a gente não tem problema com água, e precisa de bastante água para a cultura do tomate”, relata.

O agricultor irrigante toca o seu lote no perímetro Califórnia com a ajuda dos três irmãos e um trabalhador rural contratado. Sem contabilizar as plantinhas ainda em fase de mudas, protegidas na estufa para crescer, Ozéias Beserra tem três lavouras de tomate em fases diferentes de desenvolvimento. Desta forma, ele pode fazer mais de uma colheita semanal e entregar o fruto por um período prolongado, como exige o PNAE. “A quantidade de tomate que a gente está produzindo hoje é baixa, ainda, fica variando entre dois mil e três mil quilos por semana. A importância do PNAE é porque ele tem um preço estabilizado, nem sobe nem desce, estabiliza em um preço que é justo para o produtor, o que incentiva a gente a trabalhar com o PNAE. Se não fosse assim, eu não plantaria o tomate porque é um produto que oscila muito de preço,hora sobe demais, hora ele abaixa muito e, como é uma cultura que não aguenta tempo [de prateleira], está no ponto de encolher. Se você pegar uma fase que o preço esteja baixo, a venda não cobre os custos de produção”, justifica Ozéias. 

Ceasa centraliza comercialização do milho verde do estado em Feira Junina

Até 30 de junho, todo dia tem feira de produtos típicos; aos sábados e na véspera dos dias santos haverá trio pé de serra tocando no espaço
Ana do Milho pretendente vender 100 mãos de milho por dia na Feira Junina da Ceasa // Foto: Fernando Augusto (Ascom Coderse)

Todos os anos, no estacionamento interno da Central de Abastecimento de Sergipe, na capital Aracaju, tem a Feira Junina da Ceasa. Este ano, ela acontece até o dia 30 de junho. Na última sexta-feira, 6, a comercialização de produtos estava em pleno movimento, com a chegada, principalmente, de oito caminhões carregados de milho verde em um só dia. Os preços estão atrativos, variando entre R$ 25,00 a R$ 45,00 a ‘mão’, com 50 espigas de milho.

A feira ocorre de segunda a sexta-feira, das 5h às 17h. Aos sábados, de 5h às 16h, e nas vésperas de São João e São Pedro haverá apresentação de trios pé de serra para animar a clientela. Luciana Silva da Cruz é comerciante na feira do Bairro Lamarão, na capital, há 30 anos e vai à Ceasa para adquirir frutas, verduras, mas, principalmente, o milho verde para a revenda. “Ajuda muito, é maravilhoso! Sempre eu compro aqui na feira. Aqui a gente é melhor atendido, e o preço está bom. Recomendo as pessoas virem comprar”, destacou Luciana.

É um espaço montado pelo segundo ano consecutivo pela Companhia de Desenvolvimento Regional de Sergipe (Coderse), administradora da Ceasa, com bancas cobertas para melhor atender ao público. Clientela formada por consumidores do varejo, empreendedores que geram renda com receitas juninas, restaurantes, bares e revendedores. O espaço procura atender a demanda dos comerciantes da central de abastecimento durante o período em que há aumento na procura por produtos para as festas juninas.

Diretor de Infraestrutura Hídrica da Coderse, Ernan Sena conta que, desde maio de 2024, o Governo do Estado assumiu a administração da Ceasa e, com isso, organiza a realização da Feira Junina, também conhecida como a ‘Feira do Milho’. “É uma feira tradicional, que fazemos desde o ano passado. Um espaço para onde nós trazemos a venda do milho, onde centraliza a venda de todo o milho verde do estado. E a gente também traz a venda de comidas típicas, como amendoim, coco ralado, produtos derivados do milho”, ressaltou. 

Ana Cláudia Dable Santos é comerciante na Feira Junina e está completando 20 anos na Ceasa vendendo só milho, durante o ano todo, em seu box. “No início do mês de junho, a gente vem para cá. Ajuda, porque o espaço é maior, a televisão divulga e o pessoal vem buscar o milho. É o melhor mês para vender”, conta. A comerciante disse que o preço do milho baixou, era a partir de R$ 40,00 a mão com 50 espigas, e agora os valores iniciam a R$ 25,00. Animada, Ana Claúdia faz uma estimativa de venda até o fim da feira. “Daqui para lá, devo vender umas cem mãos por dia”, previu.

José Aparecido, mais conhecido por Cidinho do Céu, está no seu segundo ano participando da Feira Junina. Além de outros quitutes de época, ele produz bolos tradicionais a partir de ingredientes naturais, com menos adição de açúcar e sem leite. Produto diferenciado que no período junino, segundo ele, aumenta a procura em 70%. “Eu faço todo ano, e nessa época que as pessoas compram mais, a gente fica mais à disposição do cliente. Nós trabalhamos muito com coco, porque muita gente tem intolerância à lactose. Aqui nós vendemos água, suco de maracujá, cafezinho, salgados, mungunzá, arroz doce, canjica. Para comer na hora e para levar para casa”, destacou.

Serviços da Agricultura e empresas vinculadas foram ofertados durante a 49ª edição do ‘Sergipe é aqui’

Na ocasião, foi assinado termo de adesão ao Programa Garantia Safra, parceria entre Estado e Município
Foto: Vieira Neto (Ascom Seagri)

Durante a realização da 49ª edição do “Sergipe é aqui”, realizada no município de Feira Nova, nesta sexta-feira, 6, o governador Fábio Mitidieri, junto ao prefeito da cidade, Jean de Gerino, assinaram termo de adesão ao programa Garantia Safra, reafirmando a parceria entre Estado e Município, para a continuidade do benefício, no ano agrícola 2024/2025. Como em todas as edições do projeto de governo itinerante, a Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri), se fez presente juntamente com suas vinculadas – Coderse, Emdagro e Pronese – levando serviços e benefícios à população da cidade, principalmente aos agricultores da região. 

O Garantia Safra é uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), coordenado em Sergipe pela Seagri, e funciona como um seguro, destinado às famílias de agricultores de baixa renda que vivem em municípios do semiárido, como destaca o secretário da Seagri, Zeca da Silva. “O programa tem como objetivo garantir uma renda mínima aos agricultores que venham perder, pelo menos, 50% das lavouras de mandioca, milho, feijão, arroz ou algodão. O benefício é pago quando a seca ou o excesso de chuvas provoca a perda de, pelo menos, metade da produção”, afirma. 

Em Sergipe, já aderiram ao programa os municípios de Aquidabã, Canhoba, Canindé de São Francisco, Carira, Feira Nova, Frei Paulo, Gararu, Gracho Cardoso, Itabi, Monte Alegre, Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora das Dores, Nossa Senhora de Lourdes, Pedra Mole, Pinhão, Poço Redondo, Poço Verde, Porto da Folha, Ribeirópolis, São Miguel do Aleixo e Tobias Barreto.

Ações da Coderse
Em Feira Nova, a Companhia de Desenvolvimento Regional de Sergipe (Coderse) encampou ações de recuperação de 128 barragens de terra, em 2025, sendo 13 de médio porte, em 11 localidades do município. Em todo estado, já são 282 barragens, de pequeno e médio porte, incluindo as recuperadas em Aquidabã (7), Itabi (47), Gararu (2) e Poço Redondo (17). Atualmente, as máquinas e equipamentos atuam no município de Canindé de São Francisco.

Para o diretor-presidente da Coderse, Paulo Sobral, a ação é fundamental e dá continuidade a um trabalho iniciado em 2023. “As barragens são de uso múltiplo, mas a principal função é a dessedentação animal dos rebanhos de leite, que é a principal atividade econômica das regiões de sertão, como Feira Nova. Serão investidos R$ 5 milhões em recuperação, limpeza e construção de barragens nesta edição. Trabalho que dá prosseguimento ao que foi realizado em 2023, quando foram recuperadas 753 pequenas e médias barragens, com investimento de R$ 2,4 milhões”, enumera Paulo Sobral.

No ‘Sergipe é aqui’, a Coderse disponibilizou geóloga e engenheira civil para atender à população com as demandas de poços tubulares profundos, sistemas de abastecimento e barragens. O Programa Água Doce, em breve com 32 unidades de produção de água dessalinizada no semiárido sergipano, também foi mostrado no ‘governo itinerante’ através de uma maquete de um sistema de abastecimento de água potável.

Coderse inicia cadastro da agricultura familiar nos lotes da irrigação pública

O cadastro qualifica acesso às políticas públicas e foi associado à assistência técnica da companhia
Gileno Damascena fez cadastro no CAF com o coordenador operacional Roberto Marques // Foto: Jacarecica II (Coderse)

Sergipe agora tem duas instituições do Governo do Estado qualificadas para fazer o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF). Estreando no cadastramento, os técnicos da Companhia de Desenvolvimento Regional de Sergipe (Coderse) iniciaram, nesta semana, o atendimento aos produtores irrigantes do Perímetro Irrigado Jacarecica II, em Malhador, no agreste sergipano. Os agricultores familiares estão sendo inseridos no sistema federal que os habilita ao acesso a benefícios sociais e linhas de crédito rural, direcionadas à categoria.

Antes, a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) — igualmente à Coderse, vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri) — era a única instituição estadual habilitada a emitir o CAF no estado. Tanto que em abril, os técnicos da Diretoria de Irrigação da Coderse (Dirir) participaram de capacitação oferecida pela coirmã Emdagro. A empresa continua com a abrangência em todo estado para emitir o CAF e a companhia vai fazer esse mesmo trabalho dentro dos seis perímetros irrigados do Governo Estadual.

Diretor de Irrigação da Coderse, Júlio Leite, considera que, ao emitir o CAF, a companhia aumenta a quantidade de serviços e melhora a relação com os agricultores irrigantes. “Eles são nossos parceiros em tudo que é executado nos perímetros irrigados. A gente, podendo cadastrá-los no CAF, diminui distâncias e aumenta a perspectiva de sucesso na produção. Com as garantias sociais e o acesso ao financiamento público para produzir”, avalia ao informar que o serviço vai ser estendido a todos os perímetros.

Na última terça-feira, 4, o coordenador operacional da Dirir, Roberto Marques, visitou os lotes e realizou cinco cadastramentos no Assentamento Dandara, inserido no perímetro Jacarecica II. Ele foi um dos técnicos que fizeram o treinamento na Emdagro que também passaram por um curso da Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro), do Ministério da Agricultura.“Pela primeira vez, o perímetro vai realizar a ação direto no lote dos irrigantes, facilitando a vida do agricultor familiar. O CAF é um documento essencial, substituindo a Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP-Pronaf)”, pontua Roberto.

O irrigante Gileno Damascena Silva fez o cadastro sem sair do seu lote, no perímetro Jacarecica II. Ele expõe a sua satisfação com a atenção dada pelo técnico, que também tem a função de conscientizar o produtor rural dos benefícios do CAF. “Gostaria de parabenizar a iniciativa da Coderse, de levar a assistência técnica aos perímetros de irrigação, junto aos pequenos produtores irrigados, para a emissão do CAF. O documento é muito importante, pois facilita e possibilita o acesso às políticas públicas, observa. 

‘Ipes até Você’ chega à Companhia de Desenvolvimento Regional de Sergipe com serviços de saúde e bem-estar

Ação teve como objetivo facilitar o acesso dos servidores a diversos serviços de saúde e atendimentos administrativos
Maria José dos Santos aprovou a iniciativa
/ Foto: Ascom Ipes

O Instituto de Promoção e de Assistência à Saúde de Servidores do Estado de Sergipe (Ipesaúde) realizou, nesta segunda-feira, 26, mais uma edição do programa “Ipes até Você”, que desta vez ocorreu na sede da Companhia de Desenvolvimento Regional de Sergipe (Coderse), em Aracaju. A ação teve como objetivo facilitar o acesso dos servidores da companhia a diversos serviços de saúde e atendimentos administrativos, promovendo o bem-estar e a qualidade de vida no ambiente de trabalho.

Durante o evento, servidores efetivos e terceirizados da Coderse puderam usufruir de atendimentos como aferição da pressão arterial, testes de glicemia, avaliação nutricional e atualização da caderneta de vacinação, com a aplicação de vacinas contra tétano, hepatite, Covid-19 e febre amarela. Os beneficiários do Ipesaúde também receberam orientações sobre os serviços do instituto, realizaram agendamentos de consultas e atualizaram seus dados cadastrais.

Para o diretor de Irrigação da Coderse, Júlio Cézar Sandes, a ação valoriza os servidores. “O Ipes sempre foi um parceiro, mas hoje tivemos uma atenção especial. A equipe veio até a empresa, facilitando o acesso dos nossos funcionários aos serviços de saúde, sem a necessidade de deslocamento. Isso representa um cuidado concreto com nosso corpo de colaboradores”, destacou.

Maria José dos Santos, auxiliar administrativa, também aprovou a iniciativa. “É uma ação extremamente importante. Eu mesma aproveitei para me vacinar. Essa parceria fortalece o compromisso com a saúde dos funcionários públicos do Estado”, contou.

Sobre o programa

O programa “Ipes até Você” foi criado com a proposta de aproximar os serviços do Ipesaúde dos servidores públicos estaduais, promovendo a prevenção de doenças, incentivando hábitos saudáveis e garantindo um acompanhamento contínuo da saúde física e emocional dos beneficiários. A expectativa é de que novas edições da ação sejam realizadas ao longo do ano em outros órgãos do Estado.

Fonte: Agência Sergipe de Notícias

Última atualização: 16 de junho de 2025 17:08.

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